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quinta-feira, janeiro 06, 2011

Primeira petição do ano entregou na AR 14 mil assinaturas contra portagens na Via do Infante


A Comissão de Utentes da Via do Infante, no Algarve, entregou hoje na Assembleia da República a primeira petição popular de 2011, com cerca de 14 mil assinaturas contra a introdução portagens na A22.

O objetivo desta iniciativa é “sensibilizar os senhores deputados para a luta que a comissão trava desde há dois ou três meses”, disse João Vasconcelos, da Comissão, após ter entregue ao Presidente da AR, Jaime Gama, as cerca de 14 mil assinaturas.

“A ser ‘portajada’ a Via do Infante, isto representa um grave prejuízo para as pessoas e para as empresas, além de ser uma decisão injusta e ilegal, porque grande parte da Via do Infante não foi construída para ser SCUT [via sem custos para o utilizador]”, salientou João Vasconcelos, considerando que “a estrada nacional 125 não é alternativa credível” à A22, até porque “depois de ser requalificada ficará com 84 rotundas”.

Ainda hoje, a comissão terá reuniões com todos os grupos com assento parlamentar. No entanto, se os deputados não ficarem convencidos com as 14 mil assinaturas, os utentes não vão baixar os braços e admitem recorrer aos tribunais.

“Vamos pedir a impugnação da introdução de portagens através de uma providência cautelar, que a breve trecho entrará nos tribunais administrativos e fiscais, e depois veremos”, afirmou João Caetano, outro membro desta comissão, salientando que os utentes estão “preparados também para agir contra qualquer iniciativa do Governo posterior à decisão dos tribunais”.

A comissão vai realizar, em fevereiro, um fórum sobre os impactos destas portagens no Algarve, com a participação de várias personalidades ligadas à região, e prevê uma outra marcha de protesto, desde a ponte do Guadiana, em que contam “com a participação de motoristas espanhóis”.

in região-sul.pt

quarta-feira, agosto 12, 2009

Quatro meses sem iluminação

A falta de iluminação na rotunda dos cata-ventos, à saída da Via do Infante, originou, por parte da Câmara Municipal de Tavira, várias diligências junto das Estradas de Portugal- EP.

Num processo, que já se arrasta há meses, a autarquia solicitou, diversas vezes, a resolução do problema, tendo sido informada pela entidade competente que a responsabilidade é, agora, da subconcessão Algarve Litoral, Rotas do Algarve.

Perante a falta de articulação entre as Estradas de Portugal e a Algarve Litoral, Rotas do Algarve, a questão em causa continua sem solução à vista, constituindo este facto uma falha na segurança dos automobilistas.

A Câmara Municipal de Tavira pretende um desfecho rápido para este assunto, no entanto cabe a estas entidades chegarem a um consenso a bem dos cidadãos e da sua segurança, lamentando-se a falta de eficácia das mesmas.


in cm-tavira.pt